Da Exclusão à Inclusão:
Concepções e Práticas
Maria Odete Emygdio da Silva
Revista Lusófona de Educação,2009,13, 135-153
"As características económicas, sociais e culturais de cada época têm determinado o modo como se tem “olhado” a diferença. Do pensamento mágico-religioso dos tempos remotos à divinização no Egipto, da eliminação na Grécia e em Roma ao abandono e ao “sentimento de horror” (Leitão, 1980: 12) vivido na Idade Média, a história da Humanidade mostra-nos que as sociedades têm experimentado grandes dificuldades em lidar com a diferença, seja esta física, sensorial ou psíquica. O caminho da exclusão à inclusão tem sido longo e penoso e muito há ainda para fazer."
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Bater na mesma tecla...
A insistência na utilização de algumas terminologias, como INCLUSÃO (por exemplo e não por acaso) é porque, como considerado por Barthes e Lacan: “Pensamos com as palavras” sendo estas o veículo de transmissão do pensamento usadas para construir ideias, conceitos e pensamentos. “ Em nossa mente uma palavra evoca o seu conteúdo do mesmo modo que o casaco de um amigo nos faz lembrar desse amigo ou uma casa dos seus habitantes”, sic (Vygotsky).
Pensar para actuar...
Pensar para actuar...
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Festa de Natal
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
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