O objectivo principal do atendimento é o de poder oferecer à pessoa com deficiência e sua família os conhecimentos das “ferramentas” que existem, de modo a poder proporcionar-lhes uma vida com qualidade.
Pode tratar-se apenas de um pedido de informação ou de um pedido de ajuda para uma situação complexa de mal-estar e sofrimento que irá requerer uma análise cuidada sob vários aspectos.
O trabalho de atendimento requer em grande parte o “saber ouvir”.
O “saber ouvir” é tempo, disponibilidade.
Tempo com a pessoa deficiente e a sua família:
Escutar a história,
estabelecer prioridades,
avaliar as verdadeiras necessidades de todos
encontrar e inventar respostas e
fazer pontes.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Minuto da Inclusão
Três minutos diários inseridos na programação das rádios parceiras, divididos em três "spots" de um minuto cada, para a difusão de informações, notícias e dicas que favoreçam e ampliem a inclusão social das pessoas com deficiência, estimulando e apoiando a produção de comunicação entre, de e para as pessoas com deficiência. É uma iniciativa brasileira chamada “Minuto da Inclusão” do Instituto MID para a participação social das pessoas com deficiência. http://www.mid.org.br/index.php/minuto-da-inclusao-versao-texto. Já lá vão 273 minutos! Consulte o site e verifique a diversidade dos temas abordados.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Leitura
Da Exclusão à Inclusão:
Concepções e Práticas
Maria Odete Emygdio da Silva
Revista Lusófona de Educação,2009,13, 135-153
"As características económicas, sociais e culturais de cada época têm determinado o modo como se tem “olhado” a diferença. Do pensamento mágico-religioso dos tempos remotos à divinização no Egipto, da eliminação na Grécia e em Roma ao abandono e ao “sentimento de horror” (Leitão, 1980: 12) vivido na Idade Média, a história da Humanidade mostra-nos que as sociedades têm experimentado grandes dificuldades em lidar com a diferença, seja esta física, sensorial ou psíquica. O caminho da exclusão à inclusão tem sido longo e penoso e muito há ainda para fazer."
Concepções e Práticas
Maria Odete Emygdio da Silva
Revista Lusófona de Educação,2009,13, 135-153
"As características económicas, sociais e culturais de cada época têm determinado o modo como se tem “olhado” a diferença. Do pensamento mágico-religioso dos tempos remotos à divinização no Egipto, da eliminação na Grécia e em Roma ao abandono e ao “sentimento de horror” (Leitão, 1980: 12) vivido na Idade Média, a história da Humanidade mostra-nos que as sociedades têm experimentado grandes dificuldades em lidar com a diferença, seja esta física, sensorial ou psíquica. O caminho da exclusão à inclusão tem sido longo e penoso e muito há ainda para fazer."
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Bater na mesma tecla...
A insistência na utilização de algumas terminologias, como INCLUSÃO (por exemplo e não por acaso) é porque, como considerado por Barthes e Lacan: “Pensamos com as palavras” sendo estas o veículo de transmissão do pensamento usadas para construir ideias, conceitos e pensamentos. “ Em nossa mente uma palavra evoca o seu conteúdo do mesmo modo que o casaco de um amigo nos faz lembrar desse amigo ou uma casa dos seus habitantes”, sic (Vygotsky).
Pensar para actuar...
Pensar para actuar...
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Festa de Natal
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