terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Trabalho com as turmas 5H e 5F

Escola EB 2,3 do Agrupamento Vertical de Montemor-o-Novo

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Comemoração do décimo aniversário

A Casa João Cidade comemora este ano o seu décimo aniversário. Para celebrarmos este evento Convidamos V. Exa. a juntar-se a nós para reflectirmos em conjunto “A nossa Caminhada”!
Queremos continuar a construir o Sonho de todos os que acreditámos ser possível!
Contamos com o vosso empenho, com a vossa vontade em ajudar-nos!
Esperamos por vós no dia 10 de Março pelas 14 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Faria em Montemor-o-Novo!
Contamos com a vossa Presença,
A Direcção

Programa

“A Nossa Caminhada… do Sonho à Realidade”
14,00 Horas – Apontamento Musical por “Ensemble Monte Mor”
14,30 Horas - Testemunhos e reflexão dos Convidados:
· Sócia Fundadora - Maria do Resgate Mouzinho Almadanim
· EDP Solidária
· Presidente da Direcção da Casa João Cidade -Francisco Pereira
· Directora do Centro Distrital de Segurança Social de Évora - Dr.ª. Sónia Ferro
· Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo – Dr. Carlos Pinto de Sá
15.45h Representação dos alunos da Escola EB 1 nº1 de Montemor-O-Novo "Aprender com as diferenças"
16 Horas – Visita às instalações da Casa João Cidade, no Olival das Casas Altas, junto à Pintada, com inauguração da Exposição de Fotografias " Percursos do Sonho à Realidade" e um Poejo de Honra.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

ADIADA

A apresentação das Oficinas de Pais do Movimento Pais em Rede, em Montemor-O-Novo, foi adiada.
Voltaremos a informar da nova data.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Ação e alimentação


Mais um dia de actividades no Centro Juvenil




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

CURIOSO

Baseada, com certeza na vontade de transparencia, o INR divulga no seu site os CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DAS CANDIDATURAS AO PROGRAMA DE FINANCIMENTO DO INR, I.P. ÀS ONG / 2012 E RESPETIVAS PONDERAÇÕES. Mas o curioso é que a pontuação mais elevada (15) é atribuida as Áreas prioritárias de intervenção definidas no Despacho Interno nº2/2012.
Este Despacho vai ser divulgado?

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

OFICINAS de PAIS




Pais em Rede em Montemor-o-Novo

"Docentes da Universidade de Évora em parceria com a Associação Pais-em-Rede, estão como coordenadoras, para o Alentejo, do projecto Oficinas de Pais/Bolsas de Pais, promovido pela Associação Pais-em-Rede, financiado pelo Alto Comissariado para a Saúde e pela Fundação Calouste Gulbenkian que está a decorrer desde o início do ano passado.É um projecto que se destina a apoiar pais de crianças/jovens com deficiência, através da constituição de uma rede de pais e da sua corresponsabilização no processo de inclusão dos seus filhos.No Alentejo já realizamos "Oficinas de Pais" em Estremoz e Évora . Os profissionais de saúde e educação são fundamentais na divulgação deste projecto pois são eles que contactam regularmente com os pais e por isso se torna ainda mais importante a sua colaboração." Sara Martins


22 de Fevereiro pelas 17h30
Auditório da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Vila

Entrada livre

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

(RE) Validação do nosso trabalho de sensibilização

Encontramos no artigo, do qual reproduzimos um extrato, um novo apoio ao trabalho que desenvolvemos para promover uma mudança de atitudes.

Comportamentos (des)adaptados: causa ou efeito da
deficiência mental?
Maria Isabel Santo de Miranda Cunha
Camila Maria Ferreira Costa
Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti e E.B. 2, 3 de Lordelo
in http://repositorio.esepf.pt/bitstream/handle/10000/76/Cad_5ComportamentosDesadaptados.pdf?sequence=1

Introdução
A deficiência mental, enquanto problemática, tem sido
perspectivada não só através de uma dimensão biológica,
mas essencialmente comportamental e social. De facto,
as mudanças, operadas ao nível das sucessivas conceptualizações,
efectuaram-se sempre no momento em que
a própria sociedade procurou promover uma integração
social da pessoa com deficiência mental. Assim, os preconceitos
e as atitudes de ridicularização e de desprezo
deram lugar a uma situação de aceitação social, tornando
as pessoas, com este tipo de deficiência, membros
válidos da sociedade.
Apesar desta significativa evolução, a plena aceitação
ainda se encontra longe de ser alcançada. Pois, a adopção
de comportamentos desadaptados por parte de indivíduos
com atraso mental reduz tal esforço, conduzindo a
uma certa exclusão social.
No entanto, poder-se-á fazer algo para tornar exequível
uma maior inclusão da pessoa com deficiência mental,
no contexto social envolvente. Para isso, é imprescindível
proceder a novos saberes relativos a esta problemática,
nomeadamente o conhecimento das limitações
existentes na funcionalidade dessa pessoa ou criança e a
sua relação com a manifestação de comportamentos
desadaptados, perante as exigências sociais.
Conclusão
Contudo, é ainda necessário tecer algumas considerações
finais. Neste sentido, importa exaltar a ideia de que
a partir do momento em que a sociedade tomar consciência
das implicações da deficiência mental no comportamento,
adoptará uma postura diferente perante a
criança com este tipo de atraso.
Assim, a mudança de mentalidades tem de ir no sentido
de ver a criança com deficiência mental como uma igual
entre os seus pares. Esta postura revolucionará atitudes,
expectativas pessoais e sociais, mas fundamentalmente
as relações sociais.
Em suma, não basta modificar as atitudes e os comportamentos
evidenciados pelas pessoas com deficiência
mental, mas essencialmente os mesmos verificados
pelos restantes membros da sociedade
.”