Bola já rola no "Futebol para Todos” da AFE
Porque o Desporto e o
Futebol devem ser para todos e todos devem ter a oportunidade de a eles
acederem, a Associação de Futebol Évora continua a promover o
intercâmbio de colaboração entre os clubes e as instituições de
solidariedade social no sentido de proporcionar aos cidadãos com deficiência condições para uma prática desportiva regular através da realização de convívios competitivos.
Na sexta-feira, 8 de fevereiro, o Pavilhão
Desportivo Municipal de Estremoz recebeu o 1º Convívio do "Futebol para
todos" 2018 com a presenças das equipas do Juventude Sport Clube -
Cercidiana, Lusitano Ginásio Clube - ASCTE, Clube Futebol de Estremoz -
Cerci Estremoz e Centro Luís Silva, Grupo União Sport - Casa João Cidade - Cercimor
e Estrela de Vendas Novas - Cercimor, num total de 50 praticantes.
O 2º Convívio terá lugar no dia 22 de Fevereiro em Vendas Novas.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Relatório do decimo ano de funcionamento do CAAAPD
Entretanto desde outubro de 2018 CAASPD
Está disponível para quem tiver interesse em ter mais detalhes sobre o trabalho deste Centro.
Enviar pedido pelo nosso email.
Está disponível para quem tiver interesse em ter mais detalhes sobre o trabalho deste Centro.
Enviar pedido pelo nosso email.
terça-feira, 22 de janeiro de 2019
Aguardando os projetos pilotos....o que deveria ser a vida independente?
Segundo a ENIL (European Network of
Independent Living) a vida independente
é muito mais que um Decreto lei, precisava de uma estratégia como podemos
perceber pela sua definição da vida independente: “é a aplicação no quotidiano
de uma política para as pessoas com deficiência baseada nos direitos humanos. A
Vida Independente é possível através da combinação de diversos factores
ambientais e individuais que permitem que as pessoas com deficiência passem a
ter controlo sobre as suas próprias vidas. Isto inclui a oportunidade de fazer
escolhas e tomar decisões sobre onde morar, com quem viver e como viver. Os
serviços devem ser acessíveis a todos e, na base da igualdade de oportunidades,
permitindo assim às pessoas com deficiência flexibilidade na sua vida diária. A
Vida Independente requer que o ambiente construído e os transportes sejam
acessíveis, que haja disponibilidade de ajudas técnicas, acesso à assistência
pessoal e/ou serviços de base comunitária. É necessário salientar que a Vida
Independente é para todas as pessoas com deficiência, independentemente do
nível das suas necessidades de apoio.” http://vidaindependente.org/o-que-e-a-vida-independente/
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
Quotas de emprego para pessoas com deficiência
Foi publicada a 10 de janeiro a Lei n.º 4/2019,
que estabelece o sistema de quotas de emprego para pessoas com
deficiência, com um grau de incapacidade igual ou superior a 60 %,
visando sua contratação por entidades empregadoras do setor privado e
organismos do setor público, não abrangidos pelo âmbito de aplicação do
Decreto-Lei n.º 29/2001, de 3 de fevereiro.
O regime previsto na presente lei aplica-se a todos os contratos de trabalho regulados pelo Código do Trabalho, nomeadamente às médias empresas (com um número igual ou superior a 75 trabalhadores) e às grandes empresas.
Para mais informações: http://www.inr.pt/content/1/5070/quotas-de-emprego-para-pessoas-com-deficiencia
O regime previsto na presente lei aplica-se a todos os contratos de trabalho regulados pelo Código do Trabalho, nomeadamente às médias empresas (com um número igual ou superior a 75 trabalhadores) e às grandes empresas.
Para mais informações: http://www.inr.pt/content/1/5070/quotas-de-emprego-para-pessoas-com-deficiencia
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Insistir na Inclusão é uma questão de Direitos
Neste inicio de ano novo, gostaríamos de partilhar as nossas preocupações
relativas à inclusão das pessoas com deficiência na nossa sociedade. Embora
alguns passos já fossem dados depois da assinatura, em 2009, da Convenção das
Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ainda estamos
longe de reconhecê-los como cidadãos participativos e ativos.
É hábito dizer que as mudanças precisam de uma ou várias
gerações para se fazerem sentir. De 2009 até hoje só passaram 9 anos, o que em
termo de mudança da sociedade é quase nada! Mesmo assim se não insistirmos na
inclusão a todos os níveis ela não vai acontecer. A tendência para continuar a
proteger ou considerar as pessoas com deficiência como “coitadinhas” tem raízes
profundas. Continuar a fazer campanhas que apelam ao coração para ajudar em vez
de exigir o respeito pelos seus Direitos, ainda tem muitos adeptos. É mais
fácil largar uns tostões do que reconsiderar a forma como vemos e lidamos com a
deficiência dos outros. Porque com a inclusão é disto que se trata: uma nova
forma de lidar com a pessoa que está com uma deficiência. Dar a esta pessoa a
oportunidade de ter um lugar na sociedade como qualquer outra. Não por
caridade, não por responsabilidade social das empresas mas SIM porque como
qualquer pessoa tem Direitos inscritos na Constituição. É muito importante
nesta altura do Natal ou até como já o foi no início de dezembro, pela ocasião
do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, lembrar que o ser diferente é
a norma, que a igualdade é dos Direitos e Deveres e que a equidade é tratar
todos segundo as suas necessidades.
Acabamos enunciando as bases para uma sociedade cada vez
mais inclusiva que passará por cada um de nós na maneira como iremos aceitar a
diferença e praticar a igualdade e a equidade.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
Estamos de Parabéns
Concorremos e ganhamos uma menção honrosa para o nosso cartaz do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
http://www.inr.pt/content/1/1145/cartaz-de-dezembro
http://www.inr.pt/content/1/1145/cartaz-de-dezembro
Este cartaz pretende focar o problema das pessoas em
aceitar as diferenças!
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A normalidade é a diferença.
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Abrir os olhos e fazer a diferença aceitando todos por iguais.
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