quinta-feira, 10 de Julho de 2014

4ª edição "A Arte pertence a TODOS" da ANACED

A ANACED - Associação Nacional de Arte e Criatividade de e para Pessoas com Deficiência acaba de lançar a 4ª Edição, revista e aumentada, do Manual de Boas Práticas Artísticas e Culturais. O manual inclui a apresentação de projectos que desenvolvidos com o intuito de facilitarem a inclusão social das pessoas com deficiência. A publicação pode ser consultada aqui: http://bit.ly/1jrbKZq




Estamos nas paginas 29, 34 e 58!







terça-feira, 8 de Julho de 2014

Praia Acessível - Praia para Todos

"O Projeto Praia Acessível - Praia para Todos teve início em 2004, desenvolvendo-se no âmbito de uma parceria institucional que reúne o Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P., (que sucedeu ao então Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência), o Instituto da Água, I.P., actualmente incluído na Agência Portuguesa do Ambiente, I.P., e o Turismo de Portugal, I.P. (na altura designado Instituto do Turismo de Portugal), e que, até 2007, contou, ainda, com o Instituto do Emprego e Formação Profissional.
Ao nível da administração regional e da administração local, estão envolvidas na implementação do Projeto, respetivamente, as entidades responsáveis pela área do Ambiente - no continente, as administrações das regiões hidrográficas da Agência Portuguesa do Ambiente, I.P., e, nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, as secretarias regionais do ambiente - e as câmaras municipais onde existam praias oficialmente designadas, no âmbito do Artigo 4.º, do Decreto-Lei n.º 135/2009, de 3 de junho.
Com este Projeto - que visa promover o cumprimento da legislação sobre acessibilidade, designadamente o disposto sobre a matéria no Decreto-Lei n.º 163/2006, de 8 de agosto, e no Plano Nacional de Promoção da Acessibilidade (PNPA), aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 9/2007, de 17 de janeiro, bem como atender ao previsto nos planos de ordenamento para a orla costeira (POOC) - pretende-se que as praias portuguesas passem a assegurar condições de acessibilidade que viabilizem a sua utilização e desfrute, com equidade, dignidade, segurança, conforto e a maior autonomia possível, por todas as pessoas, independentemente da sua idade, de possíveis dificuldades de locomoção, ou de outras incapacidades que condicionem a sua mobilidade.
O Projeto foi lançado definitivamente no terreno em 2005, tendo gerado crescente adesão por parte das autarquias, embora se encontre ainda longe de alcançar o objectivo final pretendido: tornar todas as praias, costeiras e interiores, acessíveis e passíveis de serem fruídas por todos.
As condições de cumprimento obrigatório que determinam a atribuição da classificação de "acessível" a uma zona balnear, permitindo o hastear do respetivo galardão, são as seguintes:
• Acesso pedonal fácil e livre de obstáculos, a partir da via pública envolvente; 
• Estacionamento ordenado e com lugares reservados para viaturas ao serviço das pessoas com deficiência;
• Acesso pedonal, através de percurso acessível, até à zona de banhos de sol e o mais próximo possível da zona de banhos (caso existam desníveis, os degraus terão de ser complementados por rampas suaves e/ou meios mecânicos acessíveis a pessoas com mobilidade condicionada);
• Passadeiras sobre o areal, sempre que este exista, e, nos restantes casos, um percurso pavimentado, firme e contínuo;
• Instalações Sanitárias adaptadas, servidas por um percurso acessível;
• Posto de Primeiros Socorros acessível, servido por um percurso acessível;
• Existência de Nadador Salvador."
http://www.inr.pt/content/1/17/praia-acessivel-praia-para-todos

terça-feira, 1 de Julho de 2014

2º World café 2014 sobre "o que é o turismo inclusivo?" decorreu no dia 24 de Junho

Mais uma vez, foi demonstrado que esta metodologia produz uma reflexão conjunta muito enriquecedora para todos os participantes.

quarta-feira, 25 de Junho de 2014

Estivemos no Palco do Teatro Garcia de Resende!


No dia 21 de Junho à convite da APPACDM de Évora fomos representar a peça de teatro "A cigarra e a formiga" no Teatro Garcia de Resende, no âmbito do projeto "Encontros com Arte'14".

segunda-feira, 16 de Junho de 2014

World Café: o que é o turismo inclusivo?

A Casa João Cidade está a desenvolver um trabalho de sensibilização à inclusão das pessoas com deficiência. Em parceria com a Rede Social de Montemor-O-Novo e a União das Juntas Vila, Bispo e Silveiras, iremos organizar ao longo deste ano 4 workshops, na forma de World Café (metodologia de conversa direccionada) sobre temas ligados à inclusão das pessoas com deficiência, tendo como publico alvo as próprias pessoas com deficiência, suas famílias, os profissionais e a comunidade, no objetivo de proporcionar um dialogo para a construção de uma nova cultura comum orientada para a inclusão.

O segundo  world café terá por tema " O que é o turismo inclusivo ?" convidando os interessados em estar presente no Auditório da União das Juntas Vila, Bispo e Silveiras, em Montemor-o-Novo, no dia 25 de Junho das 14h30 até às 17h15. 
Sendo uma metodologia ativa insistimos pela importância da disponibilidade para participar em toda a sessão.
A inscrição é imperativa até ao dia 24 de Junho. Os lugares são limitados. 
Os inscritos receberão a confirmação da sua inscrição via email.

quarta-feira, 11 de Junho de 2014

20 anos da Declaração de Salamanca foi no dia 7 de Junho

"Dia 7 de Junho próximo, faz vinte anos que se iniciou em Salamanca uma Conferência promovida pela UNESCO. Desta conferência saiu uma Declaração que foi subscrita por 92 países – entre os quais Portugal – e mais 25 organizações não-governamentais. Esta Declaração tem uma importância seminal no aprofundamento de uma perspetiva de “educação para todos”.
Antes de 1994, existiam já documentos internacionais que proclamavam o direito de todas as pessoas à Educação. Por exemplo, a Declaração Universal dos Direitos do Homem (DUDH) de 1948, afirma no seu artigo 26º que “Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório (…)”. Na decorrência da DUDH muitas foram as declarações e convenções que confirmaram este direito universal à Educação. Mas então o que há de novo, de original, na Declaração de Salamanca? É, talvez, a forma como este direito deve ser concretizado. Senão vejamos:
Ainda no preâmbulo da Declaração de Salamanca se diz (e vale a pena voltar a ler):
“(…) as crianças e jovens com necessidades educativas especiais devem ter acesso às escolas regulares, que a elas se devem adequar através duma pedagogia centrada na criança, capaz de ir ao encontro destas necessidades,
(…) as escolas regulares, seguindo esta orientação inclusiva, constituem os meios mais capazes para combater as atitudes discriminatórias, criando comunidades abertas e solidárias ,construindo uma sociedade inclusiva e atingindo a educação para todos; além disso, proporcionam uma educação adequada à maioria das crianças e promovem a eficiência, numa ótima relação custo-qualidade, de todo o sistema educativo.”
Estes dois parágrafos têm um alcance ético e implicações práticas extraordinárias. Quando se afirma que as escolas regulares se devem adequar às necessidades dos alunos, está a traçar-se uma linha divisória muito clara entre uma conceção de educação que está “lá em cima” (e que os alunos têm que “escalar”) e outra conceção em que a escola não está nem em cima nem abaixo dos alunos: está ao seu lado. Está ao lado dos alunos porque os conhece, conhece o seu contexto, conhece os valores que lhe foram transmitidos até então, conhece a forma como o aluno aprende melhor, conhece a forma como ele se relaciona, enfim, conhece o tempo que ele precisa para aprender o que é necessário para ser um cidadão útil e ético. Afirmar numa Declaração Internacional que a escola tem a obrigação – sob pena do seu insucesso como instituição pública – de servir competentemente a todos os alunos, é original e, mais do que isso, é uma referência que devia ser tomada como princípio inspirador de toda a pedagogia que se pratica na escola.
No segundo parágrafo afirma-se que as escolas regulares são os meios mais eficazes de combater as atitudes discriminatórias e de criar comunidades abertas e solidárias (…).  De novo as escolas regulares são convocadas para serem aquilo que por vezes esquecem que são: escola para todos sem qualquer exceção, Escolas Públicas. É certo que existem forças, atitudes e opiniões que querem que a escola pública se esqueça daquilo que deve ser: há normas que encorajam a seleção e a segregação dentro da escola, há opiniões que barram e desencorajam que todos os alunos se possam matricular e ter sucesso na escola da sua comunidade, há professores que acham que não há qualquer alternativa a cumprir o “sacrossanto” currículo (e “daquela” forma), há pais que desconfiam das escolas que são frequentados por alunos pobres ou com deficiências, etc. etc.   
Mas Salamanca aqui está. Vinte anos depois a dizer, a proclamar e a apontar o caminho que é preciso fazer e trilhar para se construírem sociedades abertas e solidárias. E avança com os meios que são necessários para isso: construir antes de mais uma Educação Inclusiva.
Dia 7 de Junho uma associação de professores “Pró-Inclusão” e uma associação de Pais “Pais em Rede” vão realizar às 10h00 no auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian uma sessão comemorativa da Declaração de Salamanca. Uma sessão aberta e inclusiva.
E gostava de deixar aqui uma sugestão a todas as escolas e em particular aos colegas que têm responsabilidade na sua gestão: afixem na entrada da escola um cartaz grande, bonito e bem visível que diga: “O compromisso desta escola é educar os nossos alunos o melhor que todos sejamos capazes”.
Foi isto que nos ensinou a Declaração de Salamanca que esta semana faz vinte anos.
David Rodrigues, Professor Universitário, Presidente da Pró- Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial" in publico.pt

sexta-feira, 6 de Junho de 2014

CQEP?

Vemos por todo o lado cartazes dos "CQEP". Nova sigla nova resposta para substituir os CNO!
"Foi publicada em 28 de março a Portaria nº 135-A/2013 que regula a criação e o regime de organização e funcionamento dos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP).
A atividade a desenvolver pelos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional inclui, também a valência destinada a pessoas com deficiência e incapacidade, visando dar resposta à necessidade de assegurar a sua integração na vida ativa e profissional.
Sempre que nos processos de certificação de pessoas com deficiência, seja necessária uma intervenção especializada, que garanta as suas necessidades especificas, os CQEP recorrerão a organismos da área da solidaridade e da segurança social com atribuições na área da deficiência e reabilitação e, à rede social e solidária." in inr.pt
Para ter mais informações em Montemor é favor dirigir-se para o Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Novo.